quarta-feira, 2 de maio de 2012

'Hormônio do prazer' afeta vontade de trabalhar nas pessoas, diz estudo

Liberação de dopamina em área cerebral pode causar déficit de atenção.
Informações ajudam na criação de tratamentos para doenças mentais.

A vontade que uma pessoa tem de trabalhar duro para ganhar dinheiro é fortemente influenciada pela química existente no cérebro, afirma pesquisa realizada por cientistas e que será publicada nesta quarta-feira (2) no “Journal of Neuroscience”.
O estudo feito por uma equipe da Universidade Vanderbilt, do Tennessee, nos Estados Unidos, analisou imagens cerebrais e, a partir destes dados, descobriu características diferentes nos indivíduos humanos influenciadas pela quantidade de dopamina.
A dopamina é uma substância química do "sistema de recompensa", que serve para reforçar alguns comportamentos essenciais à sobrevivência (como a alimentação e reprodução), ou que desempenha um papel na motivação (recompensa secundária por meio do dinheiro). O neurotransmissor é também conhecido como "hormônio do prazer".
Segundo os estudiosos, pessoas dedicadas, dispostas a trabalhar duro em busca de recompensas, têm maior liberação de dopamina em áreas do cérebro responsáveis pela motivação -- caso do córtex pré-frontal ventromedial, cuja sigla é CVM e do estriado ventral.
Dopamina = preguiça
Por outro lado, no cérebro dos “preguiçosos”, que estão menos dispostos a trabalhar duro por uma recompensa, foram encontrados altos níveis de dopamina na região que desempenha um papel na percepção da emoção e risco, a chamada ínsula anterior.

A pesquisa sugere que uma maior quantidade de dopamina na ínsula anterior está associada ao desejo reduzido de se trabalhar, mesmo quando isso significa ganhar menos dinheiro.
Tais informações podem contribuir, no futuro, para o tratamento de déficit de atenção e transtorno, depressão, esquizofrenia, além de outras doenças mentais ligadas à redução de motivação.

Ouvir música causa liberação de dopamina, diz pesquisa

Neurotransmissor é estimulado por prazeres específicos como melodias.
Estudo foi publicado na 'Nature Neuroscience'.

O intenso prazer que se sente ao escutar música provoca no cérebro a liberação de dopamina, um neurotransmissor que serve para avaliar ou recompensar prazeres específicos associados à alimentação, drogas ou dinheiro, de acordo com um estudo publicado no domingo (9) na publicação científica "Nature Neuroscience".
A dopamina é uma substância química da molécula do "sistema de recompensa", que serve para reforçar alguns comportamentos essenciais à sobrevivência (alimentação), ou que desempenha um papel na motivação (recompensa secundária por meio do dinheiro).
Música dopamina 1Escutar música causa a secreção de dopamina em dois momentos. (Foto: Jeffrey Chen / stock.xchgn)
Então como pode estar envolvida em um prazer abstrato como o de ouvir música, que não parece ser diretamente indispensável para a sobrevivência da espécie?
Para entender isso, pesquisadores da Universidade McGill, em Montreal (Canadá), selecionaram dez voluntários de 19 a 24 anos entre os 217 que responderam a um anúncio solicitando pessoas que sentiram "estremecimentos", sinais de extremo prazer, ao escutar música.
Graças a vários aparelhos de diagnóstico por imagens, a equipe de Salimpoor Valorie e Robert Zatorre mediu a liberação de dopamina e a atividade do cérebro. Paralelamente, sensores informavam a freqüência cardíaca e respiratória dos voluntários, bem como sua temperatura ou sinais de estremecimento de prazer no nível da pele.

Os resultados publicados na "Nature Neuroscience" mostram que a dopamina é secretada antes do prazer associado à música ouvida, e durante o próprio "estremecimento" de prazer, ou seja, no auge emocional. Tratam-se de dois processos fisiológicos distintos que envolvem diferentes regiões no "coração" do cérebro.
Durante o auge do prazer, é ativado o núcleo "accumbens", envolvido na euforia produzida pela ingestão de psicoestimulantes, como a cocaína. Antes, no prazer por antecipação, a atividade da dopamina é observada em outra área do cérebro.
O nível de liberação da dopamina varia com a intensidade da emoção e do prazer, em comparação com as medições realizadas ao escutar uma música "neutra", isto é, indiferente aos voluntários.
"Nossos resultados ajudam a explicar porque a música tem esse valor em todas as sociedades humanas", concluem os pesquisadores. Permitem compreender "porque a música pode ser utilizada de forma eficaz em rituais, pelo marketing ou em filmes para induzir estados de humor".
Como um prazer abstrato, a música contribuiria, graças à dopamina, para um fortalecimento das emoções, ao estimular noções de espera (da próxima nota, de um ritmo preferido), de surpresa, de expectativa.

Música pode ajudar circulação e coração, diz estudo

Pesquisadores usam trechos de óperas para analisar mudanças no sistema cardiovascular.
Da BBC

Pesquisadores da Universidade de Pávia, na Itália, afirmam que o tipo certo de música pode desacelerar o coração e abaixar a pressão sanguínea. Músicas vibrantes como Nessun Dorma, de Puccini, que é cheia de crescendos e diminuendos, são melhores para ajudar na reabilitação em casos de derrames, de acordo com os estudiosos.

Melodias com ritmo mais acelerado aumentam os batimentos cardíacos, o ritmo respiratório e a pressão sanguínea. Já a música com ritmo mais lento gera o efeito contrário nos pacientes, segundo os pesquisadores.

A música já é usada em muitos hospitais britânicos como uma terapia barata e fácil de aplicar e também por gerar efeitos físicos perceptíveis no organismo, além de ter um impacto positivo no humor do paciente. O estudo dos pesquisadores italianos foi publicado na revista especializada "Circulation".

Respostas às músicas
O médico Luciano Bernardi e sua equipe de pesquisadores da Universidade de Pávia pediram a 24 voluntários saudáveis que ouvissem cinco faixas de músicas clássicas, escolhidas aleatoriamente, e monitorassem as respostas de seus corpos.

Entre as músicas escolhidas estavam a Nona Sinfonia de Beethoven, uma área de "Turandot", de Puccini, a Cantata nº 169 de Bach, Va Pensiero, da ópera "Nabuco", de Verdi, e Libiam Nei Lieti Calici, de "La Traviata", também de Verdi.

Cada crescendo destas músicas, um aumento gradual do volume, "estimulava" o corpo e levava ao estreitamento dos vasos sanguíneos abaixo da pele, aumentando a pressão sanguínea e os batimentos cardíacos, além de provocar um aumento das taxas respiratórias. Por outro lado, os diminuendos, diminuição gradual do volume, causavam o relaxamento, diminuindo os batimentos cardíacos e diminuindo também a pressão sanguínea.

"A música leva a uma mudança dinâmica e contínua - e previsível, até certo ponto - no sistema cardiovascular", afirmou Bernardi. "Essas descobertas aumentam nossa compreensão de como a música pode ser usada na medicina de reabilitação."

Música e silêncio
Os pesquisadores testaram várias combinações de música e silêncio nos voluntários e descobriram que as faixas que alternam entre ritmos rápidos e mais lentos, como óperas, parecem ser as melhores para a circulação e para o coração. As árias de Verdi, que seguem frases musicais de dez segundos, parecem se sincronizar perfeitamente com o ritmo cardiovascular natural, de acordo com o estudo.

"Observamos grandes benefícios (do uso da música) para pessoas que sofreram derrames ou ataques cardíacos. O poder da música é simplesmente incrível", afirma Diana Greenman, diretora executiva da organização Music in Hospitals.

A instituição de caridade britânica especializada em levar música ao vivo a hospitais, asilos e casas de repouso, foi criada logo depois da Segunda Guerra Mundial para ajudar os veteranos feridos.

"Já observamos, em pesquisas anteriores, um estado emocional positivo, que pode ser desencadeado ao ouvir música, e que pode ajudar sobreviventes de derrames", disse um porta-voz da associação britânica especializada em tratamento de derrames, a Stroke Association.
Fonte: http://g1.globo.com/Noticias ((•)) Ouça essa Postagem

Usar o computador e fazer caminhada pode evitar demência, diz estudo

Atividades cerebrais de pessoas idosas melhoram ao conciliar atividades.
Estudo foi realizado por pesquisadores dos Estados Unidos.

Combinar o uso do computador com a realização de exercícios leves, como caminhadas, pode reduzir as chances de perda de memória, afirmam pesquisadores dos Estados Unidos.
Segundo estudo, publicado na edição de maio da revista “Mayo Clinic Proceedings”, foram confirmadas modificações cerebrais quando pessoas com idade a partir de 70 anos utilizam o computador e fazem exercícios físicos moderados. Isto protegeria o cérebro.
Os cientistas monitoraram as atividades cerebrais de 926 pessoas, com idade entre 70 e 93 anos. Segundo Yonas Geda, um dos autores do estudo, essa faixa etária têm maior chance de apresentarem demência ao envelhecerem
Dos participantes que não se exercitaram ou não usaram o computador, 37,6% apresentaram sinais de comprometimento cognitivo leve (estágio intermediário entre a perda de memória normal, decorrente do envelhecimento, e a doença de Alzheimer).
Entre aqueles que adotaram exercício leve e usam o computador, apenas 18,3% apresentaram problemas com a memória. Os pesquisadores pretendem se aprofundar mais no tema.

Casos de demência devem dobrar em 2030, diz OMS

Em 2030, número de doentes poderá chegar a 65,7 milhões no mundo.
Doença é causada por distúrbios cerebrais que afetam a memória.

Em 2050 o número de doentes pode ser 3 vezes maior que o atual, em 35,6 milhões, informou a organização da ONU.
O relatório divulgado pela OMS e pela Alzheimer's Disease International estima que o custo do tratamento e dos cuidados médicos para pessoas com essa condição é de US$ 604 bilhões (R$ 1.108 bilhões) por ano.
A demência é causada por uma variedade de doenças no cérebro que afetam a memória, o pensamento, o comportamento e a habilidade de realizar atividades cotidianas.
O Alzheimer é a causa mais comum da demência e corresponde a cerca de 70% dos casos.
Mais da metade dos doentes (58%) vivem em países de renda média e baixa, mas esse número pode aumentar para 70% em 2050.
O relatório informou que seriam necessários diagnósticos muito mais eficazes, já que, até mesmo em países ricos, apenas de 20% a 50% de casos de demência são rotineiramente reconhecidos.
"Uma vez que a prevalência da doença vai explodir neste século porque todos vamos viver mais - o risco de demência é de 1 em cada 8 para aqueles com mais de 65 e uma proporção assustadora de 1 em 2,5 para os maiores de 85 - seu impacto vai se tornar maior ao longo das décadas," de acordo com Shekhar Saxena, chefe do departamento de saúde mental da OMS.
"Precisamos aumentar nossa capacidade de detectar a demência precocemente para oferecer as condições sociais e de saúde necessárias," disse Oleg Chestnov, diretor geral assistente de Doenças Não Transmissíveis e Doença Mental da OMS.
"Muito pode ser feito para reduzir o problema da demência. Os profissionais de saúde, com frequência, não são treinados adequadamente para reconhecer a demência."
Apenas oito países em todo o mundo - Austrália, Grã-Bretanha, Dinamarca, França, Japão, Coreia do Sul, Holanda e Noruega - atualmente têm programas nacionais para a demência, de acordo com o relatório "Demência: uma prioridade da saúde pública".
Alemanha e Suécia estabeleceram listas de recomendações.
O estudo também destaca um falta de informação e conhecimento geral sobre a doença, que alimenta o estigma e leva as pessoas, às vezes, a adiar a busca por apoio.
"Agora é vital enfrentar os baixos níveis de conscientização e entendimento públicos e reduzir drasticamente o estigma associado com a demência," disse Marc Wortmann, diretor executivo da Alzheimer's Disease International.
"Precisamos agir, precisamos deter essa epidemia."
Neste relatório, a OMS recomenda que as autoridades procurem minimizar o estigma que tem sido, há muito tempo, associado à demência e melhorar os cuidados gerais para as vítimas, junto com o apoio para os enfermeiros.
Não é possível atualmente tratar a demência, mas o avanço da doença em alguns casos pode ser desacelerado.

Remédio contra demência reduz agravamento do Alzheimer

France Presse
WASHINGTON, 7 Mar 2012 (AFP) -Um remédio amplamente usado para tratar formas leves de demência, inclusive o mal de Alzheimer, também se mostrou eficaz no controle desta doença em estágio avançado, revelou um estudo publicado nesta quarta-feira.
Segundo os autores da pesquisa, o uso deste medicamento por pacientes com Alzheimer em estágio avançado permitiria retardar os piores efeitos desta doença mental irreversível, que afeta 18 milhões de pessoas no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde.
Durante o teste clínico feito para este estudo, os pacientes que continuaram tomando o medicamento Aricept (donepezil) tiveram consideravelmente reduzida a perda da capacidade cognitiva, a memória, a orientação e os conhecimentos linguísticos em comparação com os que ingeriram um placebo, afirmaram os cientistas.
O estudo será publicado na edição desta quinta-feira da revista médica americana New England Journal of Medicine.
"Os efeitos benéficos observados com a continuação do tratamento com Aricept foram clinicamente significativos e superiores aos observados nos pacientes que sofrem de uma forma menos severa de mal de Alzheimer", acrescentaram os médicos.
"Quando os pacientes avançavam para formas mais graves do mal de Alzheimer, os médicos enfrentavam a difícil decisão de continuar ou não tratando-os com Aricept porque até agora havia pouca evidência clínica para orientá-los", disse o professor Robert Howard, do King College de Londres, autor principal do estudo.
"Agora, pela primeira vez, temos indícios sólidos e irrefutáveis de que o fármaco ajuda os pacientes em estágios mais avançados e graves da doença", acrescentou.
Este estudo incluiu 295 pacientes de Londres e de 14 cidades britânicas para avaliar os efeitos de vários remédios, inclusive o Aricept, fabricado pelo laboratório americano Pfizer.
A pesquisa foi financiada pelo Conselho de Pesquisas Médicas do Reino Unido (MRC) e pela associação britânica Alzheimer's Society.

Tratar do coração também previne o Alzheimer, diz médico

Pesquisadores descobrem mecanismo de progressão do Alzheimer e testam novas terapias. Segundo a Organização Mundial da Saúde, existem hoje 24 milhões de portadores da doença no mundo.

O Globo News Saúde apresenta uma esperança para quem sofre com o Mal de Alzheimer. Pesquisadores da Universidade de Columbia, em Nova York, descobriram o mecanismo químico que explica a progressão da doença no cérebro. A novidade já permite que novos tratamentos comecem a ser estudados com o objetivo de combater o avanço da doença.
No Rio de Janeiro, o neurologista e professor da UERJ Sérgio Schimidt acompanha os estudos da Universidade de Columbia e lembra que, recentemente, foram publicados outros importantes artigos para a compreensão da doença de Alzheimer. O médico explica que a estimulação elétrica profunda pode ajudar a aumentar o hipocampo, que é diminuído com a doença. Ele diz ainda que a genética influencia a evolução do Alzheimer, mas não é determinante, e o estilo de vida pode retardar a sua progressão. “Existe uma possibilidade de enfrentar a doença com hábitos de vida, evitando a depressão, o isolamento social e a privação sensorial, como enxergar mal e ouvir mal. Tratar do coração também previne o Alzheimer”, alerta o médico. O neurologista acrescenta que exercício físico prazeroso combinado com uma atividade intelectual é uma ótima forma de retardar a evolução da doença.
Através da observação do cérebro dos camundongos de laboratório, modificado para apresentar as características do portador do Alzheimer, os cientistas da Universidade de Columbia perceberam que, conforme a doença progride, uma proteína chamada Tau abandona as células nervosas e forma agrupamentos do lado de fora dos neurônios, agravando os sintomas.

“O papel original da proteína Tau é estabilizar a estrutura da célula e a primeira coisa que acontece no Alzheimer é que essa proteína para de cumprir sua função e ‘sai’. Quando livre, ela pode se agrupar e matar os neurônios”, explica a pesquisadora Karin Duff, que há 20 anos estuda a síndrome.

O desafio daqui para frente, segundo Karen, é desenvolver medicamentos que consigam curar de vez os pacientes, e não apenas amenizar os sintomas. A nova descoberta, de acordo com os cientistas tem tudo para acelerar esse processo.


O Mal de Alzheimer é a forma mais comum de demência. Segundo a Organização Mundial da Saúde, existem hoje 24 milhões de portadores da doença no mundo, mas o número deve chegar a 80 milhões em 2040, um crescimento que os especialistas atribuem ao envelhecimento da população. Confira, ao lado, a íntegra do Globo News Saúde sobre o assunto.

Fonte:http://g1.globo.com
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Artrite e artrose atingem articulações do corpo e podem ser genéticas

Entenda por que as doenças reumáticas ocorrem e como tratá-las.
Especialistas também falam sobre formas de prevenção e diagnóstico.

Atividades simples e corriqueiras, como abrir um pote, podem se tornar bastante complicadas para quem sofre de artrite ou artrose, doenças capazes de atingir as articulações do corpo todo.
As causas muitas vezes são genéticas, mas no caso da artrose também estão ligadas ao envelhecimento e a movimentos repetitivos ou incorretos.
Em estágios mais avançados, esses problemas reumáticos comprometem a função das mãos e de outros membros. Segundo a terapeuta ocupacional Maria Cândida Luzo e a reumatologista Licia da Mota, a artrite reumatoide não pode ser prevenida, mas a artrose, sim. De qualquer forma, quem já sofre com dor nas juntas pode adaptar objetos e ações do dia a dia para facilitar a vida.
A artrite surge em qualquer idade, mas é mais comum dos 35 aos 50 anos e no sexo feminino. Já a artrose tem maior incidência entre os idosos e representa até 40% das consultas em ambulatórios de reumatologia.
Artrite e artrose valendo (Foto: Arte/G1)
O melhor momento para combater a artrite é nos primeiros três meses dos sintomas, quando ainda não há danos importantes às articulações. Rigidez, especialmente ao acordar, e dores nas juntas devem ser levadas a sério.
Com o frio, os sinais podem piorar. Isso porque as baixas temperaturas provocam contração dos músculos e das articulações.
Se você sentir dores reumáticas, procure orientação médica antes de fazer massagem ou exercícios. Até mesmo algumas atividades na água afetam as articulações, como é o caso da natação.

Medicamentos biológicos são aplicados contra a artrite como segunda opção, porque trazem maior risco de reações alérgicas – daí a necessidade de serem aplicados somente em ambulatórios.
Além disso, essas são drogas muito caras: enquanto os remédios mais usados custam R$ 360 por ano, um tratamento com substâncias biológicas saem por até R$ 100 mil por ano para um único paciente.

Ações para não sobrecarregar as juntas
- Ao segurar ou levantar um prato ou bandeja, coloque as palmas das mãos por baixo

- Ao ler livros e jornais, não os segure nem aperte com os polegares

- Use talheres com cabos mais grossos ou amplie as alças de facas e outros utensílios com tubos de espuma. Cabos maiores são mais fáceis de segurar

- Ao cortar algo com faca, pegue-a com as duas mãos para ter mais força e segurança. Ou tente usar um cortador


- Ao manipular ingredientes no preparo de alimentos, não prenda a colher com o polegar. Em vez disso, segure-a na palma da mão com os dedos enrolados em torno do punho

- Ao escovar os dentes e pentear-se, segure a escova com todos os dedos

- Lubrifique as fechaduras mais difíceis ou peça a um chaveiro para trocá-las

- Abuse dos antiderrapantes


- Use tesoura com mola para cortar objetos. Elas diminuem o trabalho dos músculos e das articulações

- Ao escrever, use uma caneta mais grossa ou emborrachada

- Sempre que possível, utilize aparelhos elétricos, como abridor de latas, escova de dentes e chave de fenda.

Remédio para artrite pode proteger o coração, indicam pesquisas

Anti-inflamatórios controlam formação de placas nos vasos sanguíneos.
Problemas cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo.

Dois grandes levantamentos internacionais divulgados nesta semana indicam que anti-inflamatórios usados normalmente para tratar a artrite podem ser utilizados contra problemas cardiovasculares – a principal causa de morte no mundo.
As pesquisas foram publicadas nesta semana na versão online da revista médica “The Lancet”.

Segundo os trabalhos, uma proteína envolvida no processo inflamatório também tem um papel no desenvolvimento da aterosclerose.
Com isso, remédios que controlam essa inflamação podem ter efeito protetor sobre o sistema cardiovascular – um deles já é usado no tratamento da artrite reumatoide.
A aterosclerose é uma inflamação que causa a formação de placas dentro das paredes dos vasos sanguíneos. Os cientistas já estudavam a ligação entre esses anti-inflamatórios e a doença, mas essa foi a primeira vez que um elo foi comprovada.
Um dos levantamentos analisou 82 estudos, que cobriram, ao todo, mais de 200 mil pessoas. O outro, 40 estudos e 133 mil participantes.

Entenda o que causa e como tratar a artrite

Doença não atinge apenas os idosos.
Bactérias e vírus podem causar o problema.

Dor e falta de força nas mãos é um problema mais comum do que a maioria das pessoas pensa. E mais: não é doença de pessoa idosa. A artrite é uma doença com várias causas. Pode ser provocada pela genética, por bactérias e também por vírus.
 
Entenda:
 
artrite (Foto: Arte/G1)
Atualmente existem aparelhos especiais para quem sofre de artrite. Eles ajudam a fazer movimentos que para a maioria das pessoas são simples, mas que podem ser um suplício para quem tem a doença. Por exemplo, abrir a pasta de dente e abotoar a camisa.
Fonte:http://g1.globo.com/bemestar
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Salada com os ingredientes certos pode se tornar uma refeição completa

Entenda o que cada cor diz sobre os benefícios de legumes e verduras.
Paciência, atenção e bom senso são necessários na hora da escolha.

Ao escolher a salada na hora do almoço ou do jantar, muitas pessoas se resumem a pôr no prato alface, tomate, cenoura, beterraba e cebola. Mas as opções disponíveis na feira e no mercado são muito maiores: basta habituar-se a comprar e desenvolver o paladar.
Segundo a nutricionista Andréia Naves e a chefe de cozinha Tatiana Cardoso, combinações coloridas trazem inúmeros benefícios à saúde. Elas deram dicas de como escolher bem as verduras e os legumes e qual a melhor forma de conservá-los, para durarem mais e não haver desperdício.
Quem quiser substituir uma refeição por uma salada, deve lembrar de acrescentar fontes de proteínas (carne vermelha, frango ou peixe), carboidratos (macarrão ou tubérculos, como batata, mandioquinha, inhame e cará) e leguminosas (feijão, lentilha, grão-de-bico ou ervilha).
Salada (Foto: Arte/G1)
As especialistas destacaram também que paciência, atenção e bom senso são fundamentais para não levar folhas amareladas ou machucadas.
Na hora de temperar, outra dica gostosa e saudável: azeite batido com ervas (manjericão, coentro, salsinha, cebolinha, alecrim e/ou orégano), que só deve ser acrescentado na hora de servir.
Além disso, variar os tipos da salada a cada semana é uma ótima sugestão, para não enjoar o paladar nem ficar nutricionalmente pobre.
Como conservar a salada
Acrescente uma colher de sopa de água sanitária a 1 litro de água para lavar os legumes e as verduras. Enxágue com água abundante, seque com um pano de prato (as folhas podem ser secadas com papel-toalha ou peneira) e guarde em potes ou saquinhos plásticos (os legumes podem ficar em recipientes sem tampa, mas as verduras não).


Consumo de cenoura crua indicado por dia*
Crianças até 1 ano: 16 g
Crianças de 1 a 12 anos: 21 a 37 g
Adultos (homens e mulheres): 53 g

*Fonte: Embrapa Hortaliças
Legumes e frutos da época**
Abóbora e abrobrinha brasileira
Berinjela comum e japonesa
Cará
Chuchu
Inhame
Pepino caipira, comum e japonês
Tomate

Verduras da época**
Alface
Alho-poró
Almeirão
Catalonia
Escarola
Nabo
Repolho

**Fonte: Ceagesp, com alimentos comuns no mês de abril

Dicas
- Para manter a salada fresca até o momento da refeição, guarde-a na geladeira
- Acrescente o molho apenas na hora de pôr a mesa
- Prefira legumes e verduras da época, que contêm menos agrotóxico
- Frutas que oxidam rápido, como abacate e banana, só devem ser colocadas na salada no momento de servir
- O sal marinho tem minerais e é mais indicado para temperar a salada. Pode ser substituído pelo sal grosso triturado no liquidificador

 
Receitas de salada
Salada "mexiterrânea"
Rúcula
Tomate
Tiras de abobrinha (cortadas com descascador, para ficarem mais finas)
Frango desfiado
Abacate (cortado com colher de sobremesa em forma de meia-lua)

Tempero: molho de azeite, vinagre e mel. Salpique sementes (gergelim, girassol e/ou linhaça)
Essa receita tem os benefícios dos vegetais, o abacate dá saciedade porque tem a gordura igual à do azeite, e as sementes são ricas em proteínas, vitaminas do complexo B e compostos anti-inflamatórios.

Salada alemã
Salada de batata
Espinafre no vapor
Rabanete
Castanha do Pará
Maçã em lâminas finas

Tempero: molho com limão, azeite, cebola e sal marinho
Salada de massa com vegetais
Penne integral colorido al dente
Salsão
Erva doce
Tomatinho cereja
Grão-de-bico cozido

Tempero: azeite batido com ervas e cenoura ralada

Salada da horta
Salada de alface (roxa, crespa, lisa, mimosa ou americana)
Agrião
Escarola
Legumes no vapor (cenoura, vagem e brócolis)
Lentilha

Tempero: molho de limão, azeite e ervas
A receita tem vários verdes ricos em vitaminas do complexo B e magnésio. Apresenta, ainda, antioxidantes da cenoura e compostos desintoxicantes do brócolis. A lentilha também é fonte de proteína, que aumenta a saciedade.

Salada de quinoa com manga
Quinoa
Manga
Coentro
Pimentão
Castanha de caju

Tempero: vinagrete de limão.

Alimentos com casca trazem mais nutrientes e vitaminas

Conheça os alimentos que têm o seu melhor na casca.
Veja o 'tesouro' que cada vegetal guarda.

Tirar a casca de alguns alimentos, como a batata, é algo tão automático que a maioria das pessoas nem pensam muito a respeito. Mas muitos alimentos guardam seus mais importantes nutrientes exatamente na casca. A própria batata, por exemplo, tem mais vitamina C na casca que uma laranja. A casca de frutas, verduras e legumes também é rica em fibras, que ajudam a manter o funcionamento do intestino em dia. Isso é essencial para quem está tentando perder peso.
Fora isso, há vitaminas, mineiras e antioxidantes que combatem o envelhecimento nas cascas.

Confira os benefícios das cascas:
Abacaxi - tem fibras, vitamina C, bromelina, enzima que protege o estômago e ajuda na digestão das proteínas. O suco deve ser consumido logo após o preparo para não oxidar e perder as propriedades.
Abóbora, cenoura, manga, mamão, damasco - têm betacaroteno, antioxidante que diminui o risco de câncer e doenças cardiovasculares. O betacaroteno dá cor alaranjada a estes alimentos.
Banana - tem fibra e luteína, antioxidante que protege os olhos contra a exposição ultravioleta e combate a catarata.
Berinjela - tem antioxidante cerebral chamado antocionida, além de potássio, magnésio e fibras.
Batata inglesa - tem fibra, potássio, ferro, fósforo, zinco e vitamina C.
Frutas cítricas (laranja, tangerina, limão) - a casca tem 20% mais antioxidante que a polpa, além de fibras. Diminui o colesterol.
Frutas vermelhas - tem um composto bioativo chamado antocianinas, antioxidante que dá pigmentação às frutas. Protege contra doenças cardiovasculares e câncer.
Kiwi - tem três vezes mais antioxidante que a polpa. Pode ser consumida no suco da própria fruta. A casca do kiwi "gold" é mais doce e tem menos "cabelos".
Pera, maçã, ameixa, pêssego, cereja - têm fibras insolúveis que melhoram o funcionamento do intestino.
Tomate - tem licopeno (na casca e dentro), antioxidante que diminui o risco de câncer, especialmente de próstata. O licopeno também está presente na melancia e na goiaba.
Uva, berinjela, frutas vermelhas, tangerina, limão e hortaliças - têm flavonoides, que são compostos bioativos antioxidantes que diminuem o risco de câncer e doenças cardiovasculares

AgrotóxicosMuita gente tira a casca dos vegetais por medo dos agrotóxicos usados por produtores agrícolas.
A nutricionista Andréia Naves explica que não existe como se livrar dos agrotóxicos. Lavar os alimentos tira o excesso, mas não o elimina totalmente.
O molho com vinagre ou cloro é importante para matar bactérias, mas não faz nada contra os defensivos agrícolas.
Além disso, muitos agrotóxicos penetram dentro do alimento, não ficam só na casca.
Para minimizar o impacto de toxinas, há alguns truques:
- Ter uma alimentação rica em fibras
- Comer alimentos que desintoxicam, como couve, repolho, couve-flor, brócolis, alho, cebola, ervas, chá verde, limão, alcachofra, própolis e boldo
- Consumir alimentos da época
- Cozinhar a batata e o espinafre. Estudos mostram que cozinhar esses dois alimentos ajudam a eliminar alguns compostos químicos do agrotóxico
- Beber bastante água
Segundo o gerente da Associação Nacional de Defesa Vegetal, Guilherme Guimarães, no entanto, todo o agrotóxico que está no mercado passa por avaliação do Ministério da Agricultura e da Vigilância Sanitária e não há motivo para preocupação.
"Apenas poucas culturas têm limite acima do permitido, apenas 1,7%. Isso é inferior ao que se pratica na Europa e na Austrália", explica Guimarães.
O gerente explicou também que existe um limite seguro de consumo desses produtos, onde eles não ameaçam a saúde. No caso da batata, por exemplo, uma pessoa pode consumir até 6 kg por dia sem problemas. No tomate, 3 kg.

Aprenda a fazer tempero funcional e cubinhos de couve para desintoxicar

Confira receitas para deixar seus alimentos mais saborosos.

Você viu como é importante consumir alguns alimentos muito nutritivos com a casca. Agora, você confere duas receitas para deixar tudo isso ainda mais saboroso. Cubo de couve
Lave um maço de couve manteiga, de preferência orgânico.
Rasgue as folhas com as mãos e pique no liquidificador com 100 ml de água.
Deixe bater bastante até ficar numa consistência de suco grosso - não é necessário acrescentar mais água.
Coloque nas forminhas de gelo no congelador e deixe gelar. Após pronto, é só adicionar nas preparações do dia a dia: água do arroz, feijão, sopas e sucos.

Tempero funcional

2 colheres (sopa-cheia) de hortelã
3 colheres (sopa-cheia) de sálvia
2 pacotes (12g) de alecrim
3 pacotes (180g) de alho desidratado
3 pacotes (90g) de cebola desidratada
4 pacotes (120g) de orégano
2 pacotes (100g) de açafrão da Terra (cúrcuma)
2 colheres (sopa-cheia) de pimenta
2 pacotes (12g) de cheiro-verde
1 pacote (5g) de cebolinha desidratada
3 colheres (sopa-cheia) de páprica doce
1 pacote (4g) de louro

Colocar os ingredientes ao poucos no liquidificador e bater.
Se alimente bem!

Fonte:http://g1.globo.com/bemestar ((•)) Ouça essa Postagem

Frutas vermelhas fazem bem ao cérebro de mulheres, diz estudo

As chamadas 'berries' retardam o declínio mental causado pela idade.
Frutas são ricas em substâncias antioxidantes.

Mulheres que consomem grande quantidade de mirtilos e morangos sofrem um declínio mental causado pela idade mais lento em comparação com mulheres que consomem poucas frutas ricas em flavonoides, afirma um estudo americano nesta quinta-feira (26).

Baseados em uma pesquisa com mais de 16 mil mulheres que responderam a questionários regulares sobre seus hábitos de saúde de 1976 a 2001, os resultados mostram que as que comiam mais destas frutas atrasaram o declínio cognitivo em até 2,5 anos.
De 1995 a 2001, a cada dois anos, os pesquisadores mensuraram as funções mentais de pessoas com mais de 70 anos, de acordo com o estudo publicado nos Anais de Neurologia.
"Fornecemos as primeiras evidências epidemiológicas de que as 'berries' (frutas vermelhas) podem atrasar o avanço do declínio cognitivo em mulheres idosas", afirma Elizabeth Devore, médica do Hospital Brigham and Women e da Escola de Medicina de Harvard em Boston, Massachusetts.
"Nossas descobertas têm implicações significantes para a saúde pública, já que aumentar a ingestão de frutas vermelhas é uma modificação bastante simples para testar a proteção da cognição em adultos mais velhos".
Devore acrescenta que as descobertas são de importância particular para a população idosa, que está crescendo.
O número de americanos com 65 anos ou mais aumentou 15% de 2000 a 2010, de acordo com o censo dos Estados Unidos.
Robert Graham, médico do Hospital Lenox Hill, em Nova York, que não estava envolvido no estudo, disse que comer mais frutas vermelhas é uma boa ideia para pessoas de qualquer idade.
"Muitos estudos epidemiológicos, como este, acrescentam à pesquisa científica básica que as propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias das frutas vermelhas têm um papel benéfico no declínio cognitivo relacionado à idade", explica Graham.
"Eu aconselharia todos os meus pacientes, de qualquer idade, a comer mais frutas vermelhas. As 'berries' são uma forma fácil, nutritiva e deliciosa de preservar a função cerebral".
Pesquisas anteriores mostraram que os flavonoides podem reduzir o risco de doenças cardíacas, diabetes e câncer. Essas substâncias são oxidantes encontrados em frutas vermelhas, maçãs, frutas cítricas, chá, vinho tinto e cebolas.
"O atual estudo mostra que mulheres que consumiram mais flavonoides, especialmente frutas vermelhas, tiveram um declínio cognitivo mais lento com o passar do tempo do que mulheres com menor ingestão", ressalta Nancy Copperman, diretora de iniciativas de saúde pública do Sistema de Saúde Judaico de North Shore-Long Island, em Nova York.
"Aumentar nosso consumo de frutas e vegetais é uma das melhores formas de viver uma vida saudável", completa.

Saiba como preparar sucos nutritivos e que fazem bem à saúde

Receitas melhoram o funcionamento dos sistemas digestivo e imunológico.
Frutas bem escolhidas, naturalmente doces, não precisam de mais açúcar.

Fruta - Portugal - Blog Entrevista Comunidade Sucos naturais são nutritivos, saudáveis e fáceis de preparar. A nutricionista Andréia Naves e a chef de cozinha Tatiana Cardoso explicaram os benefícios da bebida e deram receitas saudáveis para fazer em casa.
 Mas é preciso atenção na hora de comprar as frutas. A repórter Marina Araújo foi até o Ceagesp, maior centro atacadista da América Latina, e descobriu o “certificado de fruta doce”. Segundo o engenheiro agrônomo Gabriel Bitencourt de Almeida, um aparelho chamado refratômetro mede o conteúdo sólido solúvel, ou seja, a doçura da fruta.
O sólido solúvel do suco representa a quantidade de açúcar que a fruta tem. A maioria das frutas tem entre 10% e 15% de açúcar. Mas algumas são mais ácidas e escondem o sabor doce, como o maracujá. Por exemplo, uma laranja boa tem 12% de açúcar. Então um copo com 300 ml de suco de laranja já tem cerca de 3 colheres de sopa de açúcar. É o mesmo que tem uma latinha de refrigerante, ou seja, não precisa adoçar o suco.
Arte Bem Estar Suco (Foto: Arte/G1)
O abacaxi é uma das frutas que as pessoas têm mais dificuldade de escolher no mercado ou na feira. A melhor maneira de conhecer o abacaxi é pela abertura da malha, então quando elas já estão bem achatadas e separadas, é um indicativo de que a fruta está boa. Outro ponto importante é que se o abacaxi for de uma região mais quente, ele tem dificuldade em pegar cor, então ele pode estar verde e bom.
Além do abacaxi, os feirantes deram dicas para escolher o melão, a melancia e o abacate. No caso do melão, o mais pesado é o melhor porque indica que tem bastante suco. A melancia não pode estar amassada na casca e precisa estar bem vermelha. Abacates brilhantes devem ser evitados, os ásperos são melhores.
Todas as receitas de sucos fazem bem ao organismo, mas cada uma tem uma função predominante. Os sucos preparados no Bem Estar foram: desintoxicante, digestivo, que protege o sistema imunológico, tonificante para a pele e antioxidante. Veja como prepará-los:

Desintoxicante
Pensando na combinação de vegetais e frutas extremamente hidratantes como a maçã, o salsão e o pepino, que nos auxiliam na eliminação de toxinas, temos uma ação desintoxicante. Somada à ação antiinflamatória do hortelã, temos um verdadeiro elixir desintoxicante.

Ingredientes:
2 maçãs
2 talos de salsão
1 pepino médio
1 colher de sopa de folhas de hortelã

Modo de preparo: bata todos os ingredientes no liquidificador com um pouco de água. Adicione gelo e sirva
Rendimento: 1 porção

Digestivo
A erva doce e a erva cidreira são suaves e têm poder digestivo. Quando acrescentamos abacaxi, temos uma bebida aromática.

Ingredientes
1 xícara de chá de erva doce ou camomila gelado
1 pedaço de 15 cm de erva cidreira
1 uma fatia de abacaxi

Modo de preparo: bata todos os ingredientes no liquidificador. Sirva com pedras de gelo
Protetor do sistema imunológico
Quando você adiciona a vitamina C presente na laranja e na acerola, as forças da clorofila presentes na salsinha e o poder do gengibre e mel, o suco vira um anti-gripal.

Ingredientes
200 ml de suco de laranja
½ xícara de acerola
1 pedaço de 3 cm de gengibre
Um tufo de folhas de ervas frescas à escolha (salsinha, hortelã, cidreira ou manjericão)
Mel a gosto

Modo de preparo: bata tudo no liquidificador e coe. Sirva com gelo
Rendimento: 1 porção

Tonificante para a pele
A ação hidratante da água de coco, do mamão papaia e do abacaxi já seriam por si só excelentes tônicos para a pele. Mas as fibras da couve intensificam o trabalho intestinal e fazem deste suco uma verdadeira fórmula para uma pele limpa, bonita e saudável.

Ingrediente
200 ml de água de coco ou água
½ xícara de mamão papaia
½ xícara de abacaxi
1 folha de couve

Modo de preparo: bata tudo no liquidificador e sirva com pedras de gelo
Rendimento: 1 porção

Antioxidante
Os polifenois presentes nas frutas vermelhas dão o poder antioxidante da bebida.

Ingredientes
¼ de xícara de polpa de açaí congelado
¼ de xícara de morango picado
¼ de xícara de uva escura

Modo de preparo: bata tudo no liquidificador e, se necessário, acrescente água.
Rendimento: 1 porção

Se você preferir, pode fazer cubinhos de gelo com as frutas e com a couve. As frutas com mais água são as mais indicadas para fazer este preparo nas formas de gelo, como melancia, maracujá, maçã e kiwi. O preparo é simples: lave a fruta ou a couve e pique no liquidificador com 100 ml de água. Deixe bater bastante até ficar numa consistência de suco grosso - não é necessário acrescentar mais água. Coloque nas forminhas de gelo no congelador e deixe gelar.
Segundo as especialistas, é importante consumir o suco imediatamente após o preparo e evitar consumi-lo no almoço e no jantar já que ele atrapalha a digestão. Em uma enquete no site do Bem Estar, os internautas mostraram que o suco preferido da maioria é o natural.

Bater fruta com leite no liquidificador ajuda a garantir vitaminas A, B, C e D

Preparo pode corresponder a uma refeição em termos nutricionais.
Confira quatro receitas para você tomar no café da manhã ou no lanche.

As vitaminas de leite com frutas podem equivaler a uma refeição em termos nutricionais quando combinadas com aveia e outros ingredientes. Além disso, elas são uma ótima opção para o café da manhã e o lanche da tarde, segundo a nutricionista Priscila Maximino e o cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atui.
O ideal é consumir tudo logo após o preparo, para uma maior absorção de vitaminas e minerais. Usar a casca das frutas também garante uma grande ingestão de fibras, o que melhora o funcionamento intestinal.
Para os fãs de mel, acrescentá-lo às receitas cítricas diminui a acidez e ainda dá mais cremosidade à vitamina. Quem precisa perder peso pode optar pelo leite desnatado, e todo mundo deve lavar bem as frutas antes do consumo.

Vitaminas valendo (Foto: Arte/G1)
Veja abaixo algumas dicas para você fazer em casa:
Vitamina com manga
- 100 ml de leite desnatado
- 1 fatia de manga-rosa
- 50 ml de suco de laranja

Bata tudo no liquidificador e acrescente gelo. Se preferir, use açúcar ou adoçante.
Vitamina com aveia e iogurte
- ½ xícara (chá) de morangos (80 g)
- ½ xícara (chá) de melão amarelo em cubos (60 g)
- 1 pote de iogurte natural (200 g)
- 2 colheres (sopa) de aveia
- 3 folhas de hortelã
- 3 cubos de gelo
- Açúcar, mel ou adoçante

Bata tudo no liquidificador por 3 minutos.
Vitamina de morango e laranja com iogurte
- 450 g de morangos
- Suco e raspas de uma laranja grande
- 150 g de iogurte desnatado natural
- Açúcar ou adoçante

No liquidificador, coloque os morangos, o iogurte, o suco e as raspas de laranja. Bata até formar um creme homogêneo. Prove a mistura e adicione açúcar, se necessário. Você pode peneirar a vitamina para tirar as sementes do morango, caso prefira.
Vitamina de frutas
- 1 xícara (chá) de bebida de soja
- ½ xícara (chá) de mamão picado
- ½ xícara (chá) de maçã picada com casca
- ½ xícara de pera picada com casca

Bata tudo no liquidificador. Rende dois copos e tem 82 kcal cada.
Fonte:http://g1.globo.com/ciencia-e-saude
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Estresse na gravidez pode afetar formação do bebê, diz estudo

Nível de ferro, importante para o desenvolvimento dos órgãos, diminui.
Pesquisa israelense foi feita com mulheres em zona de guerra.

O estresse durante os primeiros meses de gravidez pode afetar o desenvolvimento do bebê. Uma pesquisa apresentada neste domingo em um congresso das Sociedades Acadêmicas Pediátricas mostra que os filhos de mães que se estressaram no primeiro trimestre de gestação têm menor nível de ferro no sangue.

O ferro é importante para o desenvolvimento de vários órgãos, principalmente do cérebro. Problemas como a diabetes gestacional, o fumo durante a gravidez e o nascimento prematuro estão entre as principais causas da baixa de ferro no sangue dos bebês.
O acréscimo do estresse a esta lista foi sugerido por um estudo israelense. A equipe de Rinat Armony-Sivan, da Faculdade Acadêmica de Ashkelon, fez as medições com mulheres que passaram por uma situação de alto estresse. Ashkelon fica perto da fronteira com a Faixa de Gaza, e as mulheres que participaram da pesquisa viviam em uma área que sofreu mais de 600 ataques com foguetes.
Os médicos excluíram todos os demais fatores que pudessem baixar a quantidade de ferro no sangue e compararam estas mulheres a um grupo controle. Os filhos destas 63 mães estressadas tinham menor quantidade de ferro do que os outros 77 bebês que participaram da análise.
Os autores da pesquisa sugerem, então, que as mulheres controlem o nível de estresse para evitar problemas aos bebês. Se isso não for possível, é importante monitorar a saúde da criança com exames de sangue e, em caso de deficiência de ferro, tratar o problema desde cedo.

Estresse no início da gravidez pode diminuir proporção de nascidos

Estudo mediu efeito da tensão de terremoto de 2005 em mulheres no Chile.
Número de meninos nascidos diminuiu em relação ao de garotas.

O estresse entre o segundo e o terceiro meses de gravidez pode aumentar o risco de partos prematuros e afetar a proporção de meninos nascidos, diz um estudo publicado sobre o efeito da tensão causada pelo terremoto de 7,9 graus na escala Richter que aconteceu em Tarapacá, no Chile, em 2005.
Segundo as autoras, embora já se conhecesse o efeito do estresse na duração da gravidez, até agora nenhuma pesquisa tinha examinado como o momento no qual aconteceu a tensão afetava a proporção de meninos e meninas nascidos.

O estudo, financiado pela Fundação Nacional de Ciência (NSF) e o Instituto Nacional de Saúde (NIH), ambos dos EUA, foi publicado na edição digital da revista "Human Reproduction".
As professoras Florencia Torche e Karine Kleinhaus, da Universidade de Nova York, analisaram os certificados de nascimento dos bebês nascidos no Chile entre 2004 e 2006 para determinar sexo, peso, estatura e idade gestacional das mais de 600 mil crianças dadas à luz nesse período.
Elas também observaram a idade da mãe, se ela estivera grávida anteriormente e em qual dos 350 condados chilenos vivia. O objetivo era explicar como o terremoto afetou as mães que estiveram mais próximas do epicentro do sismo.
Para as pesquisadoras, as gestações foram mais curtas em mulheres que experimentaram o sismo de maneira mais severa durante o segundo e o terceiro meses da gravidez. Essas mulheres também tiveram um maior risco de parto prematuro, ou seja, aquele que ocorre antes de 37 semanas de gravidez.
Os nascimentos de meninos também diminuíram com relação ao de meninas. Karine Kleinhaus, professora adjunta de Psiquiatria, Obstetrícia e Ginecologia e Medicina Ambiental, explicou que, em geral, nascem mais meninos que meninas, já que a proporção costuma ser de 51% contra 49%.
No entanto, os resultados da pesquisa mostram uma diminuição de 5,8%, o que se traduziria em uma proporção de 45 nascimentos de meninos a cada 100 crianças.
Uma pesquisa anterior indicara que  situações de estresse as mulheres são mais propensas a abortarem fetos masculinos, pois são maiores que os femininos e requerem um esforço maior da mãe.
Outra hipótese seria o fato dos meninos serem menos fortes que as meninas e não adaptarem seu desenvolvimento a um ambiente de estresse no útero.

Fonte:http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia
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Beliscar demais entre as refeições põe em risco a reeducação alimentar

Fazer lanchinhos calóricos ao longo do dia pode comprometer toda a dieta.
Veja opções mais saudáveis para matar a fome sem sentir culpa depois.


Muita gente tem o hábito de beliscar entre uma refeição e outra. Pega uma coisinha aqui, outra ali – e, no fim do dia, a contagem calórica dispara.
Segundo a nutricionista Mônica Beyruti e o endocrinologista Alfredo Halpern, uma coxinha de frango, por exemplo, tem o mesmo valor energético de um prato equilibrado de comida. Por isso, é importante prestar atenção em tudo o que você come.
Lembre-se de ingerir algo a cada três horas, sem apelar para os doces, salgadinhos e biscoitos recheados.Beliscos (Foto: Arte/G1)
Quando estiver montando sanduíches, evite ficar beliscando fatias de peito de peru e queijo amarelo. Uma fatia de queijo amarelo equivale, em calorias, a uma fatia de pão de forma normal ou integral. Além disso, esse tipo de queijo tem muita gordura. E o que realmente engorda em um sanduíche é a quantidade de recheio.
O pão de queijo é outro alimento calórico, que não deve ser consumido em excesso. Quem tem colesterol alto deve redobrar a atenção. No lanche, opte pelo tamanho pequeno, acompanhado de um suco natural. Essa pode ser uma opção de café da manhã, para aquelas pessoas que estão com pressa e acabam beliscando na padaria. Você também pode trocar o suco por um copo de leite, para ter uma fonte de alimento saudável, rica em proteínas.
Enquanto prepara o jantar ou almoço, evite deixar muito perto e à disposição potes de sementes, como castanha-do-pará e de caju. As castanhas contêm gorduras insaturadas, que são muito saudáveis, mas, se consumidas em excesso, podem engordar. A melhor hora para comer castanhas é no lanche da tarde. Opte por um mix, mas não ultrapasse meia xícara. Se quiser, beba um suco natural (limonada ou de maracujá) para acompanhar.
Para fazer pipoca sem óleo, pegue o saco do pãozinho da padaria e coloque cerca de três colheres de sopa de milho. Feche bem e leve ao micro-ondas na potência alta, por 2 minutos.
Índice glicêmico
Quando comemos carboidratos de rápida absorção, como pão branco e bolacha de água, o índice glicêmico aumenta rapidamente. Isso ocorre da seguinte forma: o açúcar do alimento entra na circulação e libera insulina, que transporta o açúcar para dentro das células.

O açúcar, então, gera energia para o corpo. Os alimentos de absorção rápida são digeridos pelo organismo em pouco tempo, ou seja, não dão muita saciedade. Mas, quando comemos carboidrato e proteína ao mesmo tempo, o índice glicêmico se mantém baixo, deixando a digestão mais lenta e gradual.

Fonte:http://g1.globo.com/bemestar/noticia ((•)) Ouça essa Postagem